O GRINCH, 2018
Diante as baixas temperaturas registradas no país ultimamente, porque não se agasalhar bem e ligar á TV para revisitar aquela mesma velha Quemlândia, onde a nevasca e o clima natalino já havia encantado o planeta lá em 2000 com Jim Carrey protagonizando?
Vivemos em tempos onde o live action está vindo dar novos ares para os clássicos animados, o estúdio Illumination fez exatamente o contrário com “O Grinch”. Todos sabemos que essa premissa dos estúdios pode resultar em um total equívoco, já que as animações não são tão obsoletas, dentre outros “N” motivos. Foi preciso contextualizar vocês antes de partir para a resenha do filme, pois resultou diretamente no resultado cinematográfico do mesmo.
Neste novo remake animado lançado em 2018 de “O Grinch”, acompanhamos a jornada de Grinch e seu fiel cão Max, os dois moram em uma casa num pico de uma montanha com uma vista total de Quemlândia, á qual no natal nunca para de brilhar por conta dos pisca-piscas. Dentro da casa de Grinch, vemos engenhocas criadas por ele mesmo para facilitar seu dia a dia por conta da sua notável preguiça e desânimo com a vida. Os primeiros diálogos com Max são um prato cheio de nostalgia para os mais antigos e são boas tiradas aos mais novos que os levam á simpatizarem logo com o personagem que é rabugento sem perder a graça.
Um ponto bem forte do filme é sem duvidas o humor gestual de Grinch, que consegue ser até mais mirabolante em relação ao feito por Jim Carrey. É de se sentir uma falta imensa do bullying feito pelos Quem com o Grinch por conta de sua aparência, um simples flashback resolveria e pronto, o filme ganharia mais profundidade. Em paralelo á jornada do protagonista, na cidade Dos Quem, a pequena Cindy-Lou em certa parte da trama mexe com o coração do Grinch, fazendo-o abandonar seu plano tão maléfico de roubar o natal.





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