SNOWDEN, 2016
Recordando, quem não se lembra das séries de vazamentos sobre o governo norte americano envolvendo espionagem? Que até mesmo a ex-presidente Dilma foi alvo de grampos em suas ligações, dentre outros líderes? Senhoras e Senhores, este é o caso Snowden.
Deixando um pouco a realidade do caso de lado, falaremos de questões cinematográficas. Edward Snowden que é interpretado pelo excelentíssimo Joseph Gordon-Levitt (500 Dias com Ela, A Origem) é um jovem-adulto Nerd com “N” maiúsculo, um personagem com bastantes certezas e esconde uma ideologia “libertária” debaixo de sua pequena carcaça.
A trama não é linear, nos primeiros minutos de filme nos deparamos com Snowden se encontrando com os seus de confiança para poderem divulgar a bomba para o mundo inteiro. Entre diálogos um tanto quanto difíceis para serem entendidos por um leigo na informática, acompanhamos o início da carreira profissional do personagem no exército americano até a CIA.
E então caímos no romance, Lindsay Mills interpretada por Shailene Woodley (A Culpa é das Estrelas, Divergente) no início é o porto seguro e escape do mundo militar/tecnológico, até que as paranoias do trabalho de Snowden interferem e dificultam a vivência do casal. Outros rostos muito conhecidos no meio de todo elenco são Nicolas Cage e Rhys Ifans, os dois não tem um importante papel no filme em si, apenas ocupam um cargo superior ao do protagonista e veem potencial nele para nos passar que Snowden está num pedestal de intelecto diante as situações.
O diretor Oliver Stone fez um ótimo trabalho e soube dar muito bem o ar documental para o filme. Destaco as cenas internas que são precisamente menos iluminadas, favorecendo somente alguns feixes de luz, como as dos computadores. A trama nos faz pensar o quão frágil é a nossa privacidade e graças ao verdadeiro Edward Snowden podemos ter essa consciência com bastante clareza.
E você? Já assistiu ao filme? Considera Snowden herói ou traidor? Deixe nos comentários.




Filme bom!
ResponderExcluirAcho que a resposta da questão é ambígua!
O Ponto de Vista individual vai acabar definindo!
É isso!
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