ROUBANDO VIDAS, 2004


Estreou no catálogo da Netflix o filme o filme Roubando Vidas, de DJ Caruso, filme de 2004. O longa, apesar de não ser isso tudo que promete, não faz feio e dá uns sustos aqui e ali, confirmando DJ Caruso como um bom nome na direção.

ROUBANDO VIDAS, 2004

Uma agente do FBI, com métodos pouco comuns, é enviada a cidade de Montreal, afim de traçar um perfil de um serial killer que, aparentemente, assume o lugar da vítima, "roubando  sua vida", como diz o título. O filme, um thriller de suspense, é rápido e vai direto ao ponto. Apresenta os personagens que irão permear o filme e não enrola muito na hora da conclusão.


Apesar de girar em torno de Illeana Scott ( Jolie ), o longa sustenta em seu poderoso elenco de apoio para dar volume ao filme. Hugo Leclair ( Tchéky Karyo ), Jean Hughes Anglade ( Emil Duval ) e Olivier Martinez ( Paquete ) são o núcleo de apoio da agente em terras canadenses. Jolie não inventa muito. Estão lá seus trejeitos, sua boca sexy e seu modus operandi de atuação. Só não levou o framboesa de ouro nesse ano, porque existiu o filme Mulher Gato, com Hale Berry, a grande vencedora.


Ethan Hawke faz o suspeito James Costa. Apresentado na trama como o único capaz de reconhecer o assassino ( pois escapou dele, aparentemente ), sua presença no filme já nos dá a entender que ele não está ali, digamos, de bobeira. Sua expressão corporal está afiada com a de seu personagem, nos entregando um bom trabalho. Ao contrário de Jolie, o ator ao menos se esforça para que seu James Costa não pareça um trabalho preguiçoso com Illeana.


O fim do filme, pelo menos o último fim, nos brinda com uma cena de muita violência e sangue frio. Dá um susto MESMO. Digo até que a cena salva o filme do emaranhado de clichê no roteiro de Jon Bonkemkamp. Veja de maneira despretensiosa e sem esperar nada demais, afinal, é apenas um filme.

RR

















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